Ano: 
2018
Categoria: 
Organização da atenção à saúde da pessoa idosa na Rede de Atenção à Saúde (implementação de linha de cuidado, regulação, fluxos, etc.)
Região da Prática: 
Sudeste
Município: 
VITÓRIA
Instituição Responsável: 
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - SEMUS
Coordenação da experiência: 
ADJANE DA SILVA VASCONCELOS
Telefone institucional: 
(27) 3132-9079
Email da coordenação: 
ve.dant@correio1.vitoria.es.gov.br
Qual a esfera da experiência?: 
Grupo B - Municípios
O que motivou a realização dessa experiência?: 
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA, as Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) são instituições governamentais ou não-governamentais, de caráter residencial, destinadas a domicílio coletivo de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, com ou sem suporte familiar, em condição de liberdade, dignidade e cidadania. O funcionamento dessas instituições está regulamentado pela ANVISA através da RDC 283/2005 que define critérios mínimos para o funcionamento e avaliação, bem como mecanismos de monitoramento das ILPI. O município de Vitória possui inscritas na Vigilância Sanitária oito ILPI, sendo duas filantrópicas, seis instituições privadas. Tais instituições estão sob a responsabilidade sanitária da Unidade Básica de Saúde (UBS) do território onde estão situadas. Visando se organizar para prestar atenção integral e integrada à saúde dos idosos residentes em ILPI, por considerar esta população frágil e que demanda uma atenção prioritária, o município considera o monitoramento epidemiológico da situação de saúde dessa população, o principal instrumento para identificação de prioridades para atenção em saúde da pessoa idosa institucionalizada. No entanto observou-se que as UBS encontravam dificuldades em realizar esse monitoramento por não reconhecer a sua responsabilidade sanitária sobre essa população, além da inexistência de um instrumento de monitoramento e de fluxos institucionalizados entre ILPI, UBS e Vigilância Epidemiológica. Desse modo identificou-se a necessidade de institucionalizar no município de Vitória o monitoramento epidemiológico da situação de saúde dessa parcela da população, uma vez que o conhecimento e acompanhamento de seus problemas de saúde permitem a realização de ações articuladas entre os serviços de saúde e as ILPI com vistas a intervenção de forma oportuna frente a situações que representem risco à saúde da pessoa idosa institucionalizada.
O que se esperava modificar ou realizar através da iniciativa?: 
Estabelecer fluxos e atribuições dos serviços de saúde e da ILPI nas ações de vigilância em saúde das pessoas idosas residentes em ILPI. Realizar o monitoramento epidemiológico da situação de saúde das pessoas idosas residentes em ILPI.
Descreva as metas para o desenvolvimento da experiência (de 1 a 4, no maximo): 
Implantar o monitoramento epidemiológico em 100% das ILPI.
Institucionalização de fluxos e atribuições em 100% das UBS que possuem ILPI em seu território.
Qual o perfil dos idosos envolvidos nessa experiência?: 
Idosos residentes em ILPI
De que forma a experiência foi divulgada ao público?: 
Através de reuniões para apresentação de fluxos e atribuições estabelecidos com a participação do responsável técnico da ILPI, diretor da UBS, responsável técnico da UBS, técnicas da Vigilância Epidemiológica e da área técnica de Saúde do Idoso.
Onde foi desenvolvida?: 
A experiência está sendo desenvolvida no município de Vitória-ES e contempla UBS situadas nas regiões de saúde: Continental, Forte São João e Centro onde estão localizadas todas as ILPI do município.
Como os idosos foram selecionados para participar?: 
Critério de inclusão: Ser residente em ILPI no município de Vitória.
Quantos idosos pretendiam alcançar com essa experiência?: 
208
Quantos idosos participaram da experiência, por ano de atividade?: 
178 que representam a população residente nas 7 ILPI onde foi implantado monitoramento.
Ao final, ou até o momento, quantos idosos participaram da experiência?: 
178
Qual o principal motivo da saída dos idosos nas atividades da experência? Porque deixaram de participar?: 
Em uma ILPI não houve a implantação do monitoramento por não adesão da instituição. Essa ILPI abriga aproximadamente 30 idosos.
Descreva detalhadamente como eram as atividades realizadas: 
A ação de monitoramento e avaliação epidemiológica, no município de Vitória é realizada em parceria entre a ILPI, a Unidade de Saúde à qual a ILPI está vinculada e a Vigilância Epidemiológica, que articula a organização da relação entre as ILPI e os territórios de saúde. Sendo o monitoramento uma ferramenta para construção sistemática de estratégias que visam à prevenção e redução de riscos à saúde desse segmento. Desde o ano de 2012 o município de Vitória iniciou o processo de implantação do monitoramento epidemiológico da situação de saúde dos idosos residentes em ILPI com alguns períodos de descontinuidade, sendo efetivamente retomado no mês de julho de 2017. Na ocasião foi construído pelas referências técnicas de Doenças Crônicas Não Transmissíveis na Vigilância Epidemiológica (GVS), em pactuação com as referências técnicas da Saúde do Idoso (GAS), um fluxograma (em anexo) contendo as atribuições e responsabilidades dos serviços na vigilância em saúde dos idosos residentes em ILPI tendo como base a legislação vigente. Vale ressaltar que a implantação deste monitoramento está contemplada como Meta da Diretriz 2, Objetivo 2.1 do Plano Municipal de Saúde 2018-2021 e também na Estratégia 4 do Eixo I do Plano Municipal de Enfrentamento das DANT’s 2018-2022. A implantação do monitoramento se deu por meio de reuniões na unidade de saúde com a participação das técnicas da Vigilância Epidemiológica, referências técnicas de Saúde do Idoso (Gerência de Atenção à Saúde), diretor da UBS, representante da equipe de saúde e responsável técnico da ILPI. As reuniões para implantação do monitoramento foram realizadas primeiramente com os técnicos e diretor das UBS para alinhamento interno enquanto secretaria de saúde e posteriormente com o responsável técnico da ILPI e técnicos das UBS totalizando 2 reuniões por ILPI para a implantação do monitoramento perfazendo um total de 14 reuniões que ocorreram entre o terceiro quadrimestre de 2017 e o primeiro de 2018 tendo como objetivo a apresentação das atribuições e responsabilidades de cada um no processo bem como foram pactuados os seguintes fluxos: Foi pactuado que a ILPI realizaria o monitoramento e o responsável técnico da ILPI faria contato com responsável técnico da UBS para a informação dos dados referentes ao monitoramento mensal ou para comunicação imediata da ocorrência de evento sentinela (queda com lesão, tentativa de suicídio e violência sexual) ou surto de diarreia. Foram pactuados também os seguintes fluxos: 1- A realização do monitoramento semanal dos casos de diarreia de acordo com as semanas epidemiológicas com envio do número de casos ou notificação negativa na segunda feira seguinte ao término da semana através do e-mail ve.dant@correio1.vitoria.es.gov.br. 2- O preenchimento do relatório mensal da situação epidemiológica (em anexo) que contempla os indicadores definidos na RDC 283/ANVISA e ainda questões que a equipe elencou como importantes para o monitoramento como os dados referentes a quedas. 3- Ficou pactuado uma reunião quadrimestral denominada reunião para devolutiva onde são apresentados os dados consolidados via relatório elaborado pela técnicas da Vigilância Epidemiológica . Considerando a importância da socialização para o bem estar da pessoa idosa e o isolamento social a que estes idosos podem estar submetidos nas ILPI, os relatórios mensais contemplam também informações sobre as atividades sociais e visitas à instituição.
Descreva quais as dificuldades encontradas para realização das atividades.: 
Inicialmente a adesão das ILPI ao processo de monitoramento constituiu-se num desafio, uma vez que os responsáveis pela instituição associavam o monitoramento epidemiológico às ações de vigilância sanitária, sendo necessárias reuniões para sensibilização e orientação quanto aos objetivos e importância do monitoramento para a ILPI, os idosos e os serviços de saúde.
Quais foram os resultados observados depois da implementação?: 
O monitoramento nas ILPI foi implantado em sete Instituições entre 31/08/2017 e 18/04/2018 perfazendo 87,5% de cobertura no primeiro semestre de implantação. Foram realizadas 14 reuniões para implantação do monitoramento nas 7 ILPI do município e 7 reuniões para devolutiva do primeiro quadrimestre de 2018 e adequações necessárias no processo de trabalho quando necessário. Com relação ao monitoramento semanal dos casos de diarreia foram monitoradas 34 semanas até o dia 29 de agosto de 2018 com a ocorrência de 19 casos de diarreia. Entre estes foi registrada a ocorrência de um surto de diarreia (10 idosos acometidos) com comunicação imediata possibilitando a investigação oportuna e adoção de medidas em tempo hábil. Também foi identificado um caso de tentativa de suicídio com comunicação imediata possibilitando a realização de ações de acolhimento e acompanhamento do caso pela UBS de forma conjunta com o Apoio Matricial em Saúde Mental e Saúde do idoso e ainda ocorreram 6 quedas no primeiro quadrimestre de 2018. Este monitoramento possibilitou ampliar o olhar para outros eventos que comparecem nas ILPI para além das exigências estabelecidas na RDC 283/2005, que são importantes para a saúde da pessoa idosa como, por exemplo, os casos de depressão.
Descreva os resultados observados de acordo com as metas previstas: 
O monitoramento foi implantado em 87.5 % das ILPI do município de Vitória
Fluxos estabelecidos e institucionalizados em 100% das UBS.
Descreva em forma de indicadores quantitativos (números, proporções, taxas) os resultados alcançados pela experiência.: 
O monitoramento foi implantado em 7 das 8 ILPI. Total de idosos residentes: 178 Percentual de ILPI com monitoramento implantado – 87,5% Dados do primeiro quadrimestre de 2018: - Taxa de mortalidade de idosos residentes: 3.93 - Taxa de incidência de doença diarreica aguda em idosos residentes: 7.8 - Taxa de incidência de escabiose em idosos residentes: 1.12 - Taxa de incidência de desidratação em idosos residentes:0.56 - Taxa de incidência de idosos acamados residentes:17.9 - Taxa de prevalência de úlcera de decúbito em idosos acamados residentes: 9.37 - Taxa de prevalência de desnutrição em idosos residentes : zero
Existe equipe responsável pelo monitoramento/avaliação da experiência?: 
Sim
Com que frequência se reúne?: 
semanalmente
Quais os pontos positivos da experiência?: 
Considera - se que este monitoramento: • Possibilita o conhecimento da situação de saúde dos idosos residentes em ILPI cujos dados vão subsidiar o planejamento de ações para esta população, bem como a melhoria da relação entre o setor saúde e a Instituição. • Permite a ampliação do olhar para outros eventos que comparecem nas ILPI para além das exigências estabelecidas na RDC 283/2005, que são importantes para a saúde da pessoa idosa. • Melhora a apropriação da equipe de saúde quanto a sua responsabilidade sanitária para com a população de idosos residentes em ILPI •
Quais as limitações da experiência?: 
-Rotatividade de profissional responsável técnico na ILPI gerando descontinuidade das ações de monitoramento e consequentemente necessidade de reorientação do profissional por parte das técnicas da vigilância epidemiológica. - Ocorrência de afastamentos legais do servidor responsável pelo monitoramento nas UBS comprometendo o envio das informações em tempo oportuno sendo necessária a intervenção das técnicas da Vigilância epidemiológica junto aos diretores das UBS para envio das informações.
2018
-
Sudeste
Monitoramento Epidemiológico da situação de saúde dos idosos residentes em ILPI.

TÍTULO COMPLETO: Monitoramento Epidemiológico da situação de saúde dos idosos residentes em ILPI

INTRODUÇÃO

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA, as Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) são instituições governamentais ou não-governamentais, de caráter residencial, destinadas a domicílio coletivo de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, com ou sem suporte familiar, em condição de liberdade, dignidade e cidadania. O funcionamento dessas instituições está regulamentado pela ANVISA através da RDC 283/2005 que define critérios mínimos para o funcionamento e avaliação, bem como mecanismos de monitoramento das ILPI. O município de Vitória possui inscritas na Vigilância Sanitária oito ILPI, sendo duas filantrópicas, seis instituições privadas. Tais instituições estão sob a responsabilidade sanitária da Unidade Básica de Saúde (UBS) do território onde estão situadas. Visando se organizar para prestar atenção integral e integrada à saúde dos idosos residentes em ILPI, por considerar esta população frágil e que demanda uma atenção prioritária, o município considera o monitoramento epidemiológico da situação de saúde dessa população, o principal instrumento para identificação de prioridades para atenção em saúde da pessoa idosa institucionalizada. No entanto observou-se que as UBS encontravam dificuldades em realizar esse monitoramento por não reconhecer a sua responsabilidade sanitária sobre essa população, além da inexistência de um instrumento de monitoramento e de fluxos institucionalizados entre ILPI, UBS e Vigilância Epidemiológica. Desse modo identificou-se a necessidade de institucionalizar no município de Vitória o monitoramento epidemiológico da situação de saúde dessa parcela da população, uma vez que o conhecimento e acompanhamento de seus problemas de saúde permitem a realização de ações articuladas entre os serviços de saúde e as ILPI com vistas a intervenção de forma oportuna frente a situações que representem risco à saúde da pessoa idosa institucionalizada.

OBJETIVOS

  • Estabelecer fluxos e atribuições dos serviços de saúde e da ILPI nas ações de vigilância em saúde das pessoas idosas residentes em ILPI;
  • Realizar o monitoramento epidemiológico da situação de saúde das pessoas idosas residentes em ILPI.

METAS

  • Implantar o monitoramento epidemiológico em 100% das ILPI;
  • Institucionalização de fluxos e atribuições em 100% das UBS que possuem ILPI em seu território.

PÚBLICO-ALVO

Idosos residentes em ILPI.

NÚMERO DE PARTICIPANTES

208

DIVULGAÇÃO

Através de reuniões para apresentação de fluxos e atribuições estabelecidos com a participação do responsável técnico da ILPI, diretor da UBS, responsável técnico da UBS, técnicas da Vigilância Epidemiológica e da área técnica de Saúde do Idoso.

ATIVIDADES

A ação de monitoramento e avaliação epidemiológica, no município de Vitória é realizada em parceria entre a ILPI, a Unidade de Saúde à qual a ILPI está vinculada e a Vigilância Epidemiológica, que articula a organização da relação entre as ILPI e os territórios de saúde. Sendo o monitoramento uma ferramenta para construção sistemática de estratégias que visam à prevenção e redução de riscos à saúde desse segmento. Desde o ano de 2012 o município de Vitória iniciou o processo de implantação do monitoramento epidemiológico da situação de saúde dos idosos residentes em ILPI com alguns períodos de descontinuidade, sendo efetivamente retomado no mês de julho de 2017. Na ocasião foi construído pelas referências técnicas de Doenças Crônicas Não Transmissíveis na Vigilância Epidemiológica (GVS), em pactuação com as referências técnicas da Saúde do Idoso (GAS), um fluxograma contendo as atribuições e responsabilidades dos serviços na vigilância em saúde dos idosos residentes em ILPI tendo como base a legislação vigente.

Vale ressaltar que a implantação deste monitoramento está contemplada como Meta da Diretriz 2, Objetivo 2.1 do Plano Municipal de Saúde 2018-2021 e também na Estratégia 4 do Eixo I do Plano Municipal de Enfrentamento das DANT’s 2018-2022. A implantação do monitoramento se deu por meio de reuniões na unidade de saúde com a participação das técnicas da Vigilância Epidemiológica, referências técnicas de Saúde do Idoso (Gerência de Atenção à Saúde), diretor da UBS, representante da equipe de saúde e responsável técnico da ILPI.

As reuniões para implantação do monitoramento foram realizadas primeiramente com os técnicos e diretor das UBS para alinhamento interno enquanto secretaria de saúde e posteriormente com o responsável técnico da ILPI e técnicos das UBS totalizando 2 reuniões por ILPI para a implantação do monitoramento perfazendo um total de 14 reuniões que ocorreram entre o terceiro quadrimestre de 2017 e o primeiro de 2018 tendo como objetivo a apresentação das atribuições e responsabilidades de cada um no processo bem como foram pactuados os seguintes fluxos: Foi pactuado que a ILPI realizaria o monitoramento e o responsável técnico da ILPI faria contato com responsável técnico da UBS para a informação dos dados referentes ao monitoramento mensal ou para comunicação imediata da ocorrência de evento sentinela (queda com lesão, tentativa de suicídio e violência sexual) ou surto de diarreia. Foram pactuados também os seguintes fluxos: 1- A realização do monitoramento semanal dos casos de diarreia de acordo com as semanas epidemiológicas com envio do número de casos ou notificação negativa na segunda feira seguinte ao término da semana através do e-mail ve.dant@correio1.vitoria.es.gov.br. 2- O preenchimento do relatório mensal da situação epidemiológica (em anexo) que contempla os indicadores definidos na RDC 283/ANVISA e ainda questões que a equipe elencou como importantes para o monitoramento como os dados referentes a quedas. 3- Ficou pactuado uma reunião quadrimestral denominada reunião para devolutiva onde são apresentados os dados consolidados via relatório elaborado pelas técnicas da Vigilância Epidemiológica. Considerando a importância da socialização para o bem-estar da pessoa idosa e o isolamento social a que estes idosos podem estar submetidos nas ILPI, os relatórios mensais contemplam também informações sobre as atividades sociais e visitas à instituição.

EQUIPE

02 técnicas da Vigilância Epidemiológica da Gerência de Vigilância em Saúde

02 técnicas de Saúde do Idoso da Gerência de Atenção à Saúde

Diretores de UBS

Representante da equipe de saúde da UBS

Responsável técnico da ILPI

EQUIPAMENTOS E RECURSOS FINANCEIROS

  • Equipamentos de multimídia;
  • Impressos;
  • Pastas contendo os fluxos;
  • Formulários e legislação vigente;
  • Outros materiais de escritório.

O financiamento dos recursos foi da própria Secretaria de Saúde.

RESULTADOS

O monitoramento nas ILPI foi implantado em sete Instituições entre 31/08/2017 e 18/04/2018 perfazendo 87,5% de cobertura no primeiro semestre de implantação. Foram realizadas 14 reuniões para implantação do monitoramento nas 7 ILPI do município e 7 reuniões para devolutiva do primeiro quadrimestre de 2018 e adequações necessárias no processo de trabalho quando necessário. Com relação ao monitoramento semanal dos casos de diarreia foram monitoradas 34 semanas até o dia 29 de agosto de 2018 com a ocorrência de 19 casos de diarreia. Entre estes foi registrada a ocorrência de um surto de diarreia (10 idosos acometidos) com comunicação imediata possibilitando a investigação oportuna e adoção de medidas em tempo hábil. Também foi identificado um caso de tentativa de suicídio com comunicação imediata possibilitando a realização de ações de acolhimento e acompanhamento do caso pela UBS de forma conjunta com o Apoio Matricial em Saúde Mental e Saúde do idoso e ainda ocorreram 6 quedas no primeiro quadrimestre de 2018. Este monitoramento possibilitou ampliar o olhar para outros eventos que comparecem nas ILPI para além das exigências estabelecidas na RDC 283/2005, que são importantes para a saúde da pessoa idosa como, por exemplo, os casos de depressão.

Ficha técnica

Município:
VITÓRIA
Instituição Responsável:
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - SEMUS
Coordenação da experiência:
ADJANE DA SILVA VASCONCELOS
Email da coordenação:
ve.dant@correio1.vitoria.es.gov.br
Telefone institucional:
(27) 3132-9079
Categoria da experiência:
Organização da atenção à saúde da pessoa idosa na Rede de Atenção à Saúde (implementação de linha de cuidado, regulação, fluxos, etc.)

Coordenação de Saúde da Pessoa Idosa/DAPES/SAS/MS
Telefone: (61) 3315-6226
idoso@saude.gov.br