Ano: 
2019
Categoria: 
Organização da atenção à saúde da pessoa idosa na Rede de Atenção à Saúde (implementação de linha de cuidado, regulação, fluxos, etc.)
Região da Prática: 
Norte
Município: 
Porto Velho
Instituição Responsável: 
Secretaria Munincipal de Saúde
Parceiros: 
Associação Brasileira de Alzheimer Regional Rondônia, Conselho Municipal da Pessoa Idosa de Porto Velho, Faculdade de Rondônia.Faculdade de Rondônia, Conselho Municipal da pessoa idosa; centro de convivência do idoso
Coordenação da experiência: 
Pedro Augusto Paula do Carmo
Telefone institucional: 
(69) 3901-2834
Email da coordenação: 
psegutto@gmail.com
Qual a esfera da experiência?: 
Grupo B - Municípios
O que motivou a realização dessa experiência?: 
A incidência da doença de Alzheimer (DA) vem crescendo mundialmente na mesma medida em que a população acima dos 65 anos aumenta. A enfermidade é o tipo mais comum de demência, doença que acomete 46,8 milhões de pessoas em todo mundo, segundo um dos maiores levantamentos, já realizados até hoje sobre a doença, feito pela ADI (Alzheimer's Disease International). De acordo com a ADI, o crescimento da incidência da doença na população idosa praticamente dobra a cada 20 anos. A previsão é que o número de pessoas com demência chegue a 74,7 milhões em 2030 e a 131,5 milhões em 2050. Atualmente, 58% de todas as pessoas com Alzheimer e outras demências vivem nos países classificados como de baixa ou média renda, percentual que atingirá os 68% em 2050. A partir dos resultados das pesquisas da ADI, a OMS (Organização Mundial da Saúde) incluiu a doença de Alzheimer (DA) entre os maiores problemas mundiais de saúde, o que serve de alerta para a gravidade da questão e revela a necessidade das autoridades e entidades internacionais implementarem ações urgentes para se antecipar a uma realidade anunciada. A Associação Brasileira de Alzheimer, entidade sem fins lucrativos, atua no Brasil há 25 anos e é formada por profissionais da área de saúde, familiares de pessoas com a doença de Alzheimer e associados. Tem como missão dar suporte, transmitir informações sobre o diagnóstico, tratamentos e orientar as pessoas que convivem e cuidam de doentes com Alzheimer. No Estado de Rondônia a Abraz foi fundada em 10 de dezembro de 2015, tendo como objetivo, além dos já estabelecidos pela ABRAZ nacional ,dar suporte psicossocial às famílias, cuidadores e a pessoa com Alzheimer, e outras demências correlatas, assim como, trazer a luz a Doença de Alzheimer no contexto acadêmico e profissional, repercutindo como uma questão de saúde pública. A Abraz nacional juntamente com suas regionais realizam uma programação específica para divulgar o Dia Mundial da Doença de Alzheimer, 21 de setembro, em todo o País, data instituída pela ADI (Alzheimer's Disease International), entidade internacional que congrega mais de 75 Associações de Alzheimer no mundo. Para a ABRAz, o Dia Mundial da Doença de Alzheimer é uma oportunidade para sensibilizar a população em geral, entidades públicas e privadas de saúde, bem como os profissionais da área para essa doença que acomete mais de 1,2 milhões de brasileiros. O significativo aumento da doença de Alzheimer (DA) na população idosa vem firmar a necessidade de se adequar as políticas públicas de saúde a fim de que se possa atender essa demanda nos contextos social, familiar e emocional. A doença de Alzheimer é uma doença crônica, progressiva que provoca deterioração da memória e da linguagem (XIMENES et al, 2014), vulnerabilizando cotidianamente a pessoa acometida e sua família. Segundo a Alzheimer Disease International (ADI, 2017), a DA é o tipo mais comum de demência, chegando num patamar de 46,8 milhões de pessoas em todo o mundo. Ainda segundo ADI, a incidência da doença na população idosa dobra a cada 20 anos. A estimativa é de que em 2030, chegue a um total de 74,7 milhões de pessoas vivendo com a doença e em 2050 esse número alcance 131,5 milhões de pessoas. Sabe-se que a incidência das doenças demenciais como o Alzheimer são mais evidentes com o avançar da idade, sendo mais comuns nos países classificados como de baixa renda, cerca de 68% em 2050 (ADI, 2017.). Tendo como preceito da universalidade, integralidade e equidade, a atenção primaria a saúde, estabelece-se como uma atenção peculiar, que envolve desde acolhimento e escuta qualificada até cuidados e visitas domiciliares. Sendo este o espaço para se reconhecer risco e danos ao estado de saúde, incluindo ai déficit cognitivos e de memória, esta modalidade de atenção é a porta de entrada do cidadão no Sistema Único de Saúde (SUS), é a preferencial no atendimento a pessoa idosa. Porto Velho, a capital de Rondônia, vive hoje um contingente significativo de pessoas com idade igual ou maior que 60 anos, que apresentam algum tipo de déficit de memória, e são nas áreas mais afastadas do centro de Porto Velho que se concentra maior parte desse contingente, geralmente domiciliados em sítios em regiões chacareira. Na capital do Estado de Rondônia, ainda há um certo temor por parte dos profissionais de saúde em atender uma pessoa idosa com um quadro demencial, o receio está associado a pouco ou nenhum conhecimento sobre a doença e sua abordagem ou mesmo por se tratar de um quadro pouco comum na atenção primaria a saúde, onde habituou-se a centralizar o cuidado em casos corriqueiros e conhecidos de hipertensão e diabetes. Evidencia-se hoje em Porto Velho um quantitativo de 30 famílias devidamente diagnosticadas com a Doença de Alzheimer, nesse caso a doença é familiar porque o cuidador é o que mais sofre com os episódios demenciais de seu ente querido, onde 12 correspondem a área de abrangência da estratégia saúde da família. As demais correspondem a demanda espontânea. Some-se a isso outras tantas famílias que por medo não procuram auxílio para um diagnóstico precoce e com isso a possibilidade de se retardar um episódio demencial mais degradante. Por ser uma cidade jovem com uma população estimada em 519.531 (IBGE,2018) das quais 25.000 corresponde a pessoa com idade igual ou maior que 60 anos. É mais prático de elaborar estratégias que possibilitem um diagnóstico precoce da doença de Alzheimer, tal estratégia se estabelece durante as visitas domiciliares realizado por equipe multiprofissional da Estratégia Saúde da Família (ESF), onde pode-se se avaliar a condição social da pessoa idosa e sua condição de saúde. Por mais que seja um cuidado clínico que por vezes requer hospitalização, essa pessoa idosa sempre retornará para atenção primária, então é de suma importância que os seus profissionais estejam devidamente preparados para atender uma demanda ainda negligenciada nesse contexto.
O que se esperava modificar ou realizar através da iniciativa?: 
Ampliar o cuidado integral a pessoa idosa com Alzheimer no contexto da atenção primaria a saúde Implementar grupos de apoio social e emocional ao familiar/cuidador da pessoa idosa com Alzheimer Favorecer a educação continuada e permanente dos profissionais da atenção primaria no tocante da doença de Alzheimer
Descreva as metas para o desenvolvimento da experiência (de 1 a 4, no maximo): 
capacitar profissionais da atenção primária para o acolhimento a pessoa idosa com Alzheimer
Implementar grupos de apoio social e emocional ao familiar/cuidador da pessoa idosa com Alzheimer
Favorecer a educação continuada e permanente dos profissionais da atenção primaria no tocante da doença de Alzheimer
Qual o perfil dos idosos envolvidos nessa experiência?: 
Pessoa idosa com idade igual ou maio que 60 anos com quadro demencial ou com diagnóstico clínico de doença de Alzheimer Profissionais da atenção primária a saúde , Familiares e cuidadores
De que forma a experiência foi divulgada ao público?: 
A experiência foi divugada ao público através do site institucional da Prefeitura de Porto Velho,jornais
Onde foi desenvolvida?: 
Cidade de Porto velho, capital do Estado de Rondônia
Como os idosos foram selecionados para participar?: 
a pessoa idosa foi selecionda tendo como parâmetro o cadastro na UBS e no cadastro da ABRAz-RO
Quantos idosos pretendiam alcançar com essa experiência?: 
150
Quantos idosos participaram da experiência, por ano de atividade?: 
2016 - 25 idosas e 21 idosos - Total 46 2017 - 26 idosas e 20 idosos - Total 46 2018 - 23 idosas e 19 idosos - Total 42
Ao final, ou até o momento, quantos idosos participaram da experiência?: 
61
Qual o principal motivo da saída dos idosos nas atividades da experência? Porque deixaram de participar?: 
o principal motivo da evasão da pessoa idosa se seu pela cronicidade da doença de Alzheimer e pelo adoecimento de seu cuidador; um outro fator a considerar foi a dificuldade de locomoção, acessibilidade
Descreva detalhadamente como eram as atividades realizadas: 
A implementação do projeto teve início através de reunião técnica com os gestores da Atenção Básica e com os profissionais da estratégia de saúde da família. Da reunião surgiu a necessidade de sensibilizar a sociedade, familiares e cuidadores. Assim foi realizado um seminário para apresentação da proposta e articulação com as partes foco do projeto. O segundo passo foi preparar os profissionais de saúde para o acolhimento e cuidado a pessoa idosa com Alzheimer, o mês escolhido foi setembro, por ser o mês mundial da doença de Alzheimer, onde os profissionais puderam participar de oficinas integrativas de acolhimento e cuidado integral. Os Agentes comunitários de saúde, tiveram além dessas oficinas participaram do curso de prevenção de quedas no domicilio. Após esse primeiro momento houve a implantação do grupo de apoio com suporte da ABRAz-RO, com periodicidade mensal, com encontros no centro de conivência do idoso, região central e ao mesmo tempo próxima das UBS periféricas.
Descreva quais as dificuldades encontradas para realização das atividades.: 
dificuldade de acessibilidade da pessoa idosa a UBS ou aos grupos de apoio
Quais foram os resultados observados depois da implementação?: 
após a implementação do projeto observou-se uma melhora considerável no acolhimento a pessoa idosa com Alzheimer na atenção primária a saúde; a redução de agravos associados a quedas no domicilio também foram reduzidos, os agentes comunitários de saúde ficaram mais atentos a este item, informando ao familiar/cuidador como reduzir quedas no domicilio; o familiar/cuidador sentiu-se mais revigorado com as atividades dos grupos de apoio, atividade informativas e também de suporte emocional; o profissional de saúde da atenção primaria aprendeu a olhar de forma diferenciada a pessoa idosa com um quadro demencial, desenvolveu melhor sua capacidade de observação e de escuta qualificada. O município de Porto Velho, vem trabalhando com os grupo de educação em saúde, escolares, e outros a desmistificação da doença de Alzheimer
Descreva os resultados observados de acordo com as metas previstas: 
capacitar profissionais da atenção primária para o acolhimento a pessoa idosa com Alzheimer
Elaborar material gráfico informativo
Criar grupos terapêuticos específicos
Descreva em forma de indicadores quantitativos (números, proporções, taxas) os resultados alcançados pela experiência.: 
até finalização do projeto foram atendidas 61 pessoas com idade igual ou maior que 60 anos, geralmente com algum sintoma de demência, especificamente a doença de Alzheimer. Nesse aspecto, 60 famílias forma beneficiadas com a integralidade ampliada e com a criação de grupos de apoio, que hoje são dois, um informativo e outro socioemocional. Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) realizaram o cadastro de 20 pessoas idosas com quadro sugestivo de demência.
Existe equipe responsável pelo monitoramento/avaliação da experiência?: 
Sim
Com que frequência se reúne?: 
uma vez por mês
Quais os pontos positivos da experiência?: 
ampliação da integralidade da atenção promoção da saúde a grupos distintos criação de grupos de apoio a demanda da doença de Alzheimer
Quais as limitações da experiência?: 
dificuldade de acesso as atividades devido a cronicidade da doença de Alzheimer dificuldade em ampliar a integralidade da atenção a pessoa idosa com Alzheimer em razão da cultura da medicalizzação das doenças crônicas comuns (HAS e DM)
2019
-
Norte
Integralidade ampliada: novas práticas, novos saberes
Introdução
A incidência da doença de Alzheimer (DA) vem crescendo mundialmente na mesma medida em que a população acima dos 65 anos aumenta. A enfermidade é o tipo mais comum de demência, doença que acomete 46,8 milhões de pessoas em todo mundo, segundo um dos maiores levantamentos, já realizados até hoje sobre a doença, feito pela ADI (Alzheimer's Disease International). De acordo com a ADI, o crescimento da incidência da doença na população idosa praticamente dobra a cada 20 anos. A previsão é que o número de pessoas com demência chegue a 74,7 milhões em 2030 e a 131,5 milhões em 2050. Atualmente, 58% de todas as pessoas com Alzheimer e outras demências vivem nos países classificados como de baixa ou média renda, percentual que atingirá os 68% em 2050. A partir dos resultados das pesquisas da ADI, a OMS (Organização Mundial da Saúde) incluiu a doença de Alzheimer (DA) entre os maiores problemas mundiais de saúde, o que serve de alerta para a gravidade da questão e revela a necessidade das autoridades e entidades internacionais implementarem ações urgentes para se antecipar a uma realidade anunciada. A Associação Brasileira de Alzheimer, entidade sem fins lucrativos, atua no Brasil há 25 anos e é formada por profissionais da área de saúde, familiares de pessoas com a doença de Alzheimer e associados. Tem como missão dar suporte, transmitir informações sobre o diagnóstico, tratamentos e orientar as pessoas que convivem e cuidam de doentes com Alzheimer. No Estado de Rondônia a Abraz foi fundada em 10 de dezembro de 2015, tendo como objetivo, além dos já estabelecidos pela ABRAZ nacional ,dar suporte psicossocial às famílias, cuidadores e a pessoa com Alzheimer, e outras demências correlatas, assim como, trazer a luz a Doença de Alzheimer no contexto acadêmico e profissional, repercutindo como uma questão de saúde pública. A Abraz nacional juntamente com suas regionais realizam uma programação específica para divulgar o Dia Mundial da Doença de Alzheimer, 21 de setembro, em todo o País, data instituída pela ADI (Alzheimer's Disease International), entidade internacional que congrega mais de 75 Associações de Alzheimer no mundo. Para a ABRAz, o Dia Mundial da Doença de Alzheimer é uma oportunidade para sensibilizar a população em geral, entidades públicas e privadas de saúde, bem como os profissionais da área para essa doença que acomete mais de 1,2 milhões de brasileiros. O significativo aumento da doença de Alzheimer (DA) na população idosa vem firmar a necessidade de se adequar as políticas públicas de saúde a fim de que se possa atender essa demanda nos contextos social, familiar e emocional. A doença de Alzheimer é uma doença crônica, progressiva que provoca deterioração da memória e da linguagem (XIMENES et al, 2014), vulnerabilizando cotidianamente a pessoa acometida e sua família. Segundo a Alzheimer Disease International (ADI, 2017), a DA é o tipo mais comum de demência, chegando num patamar de 46,8 milhões de pessoas em todo o mundo. Ainda segundo ADI, a incidência da doença na população idosa dobra a cada 20 anos. A estimativa é de que em 2030, chegue a um total de 74,7 milhões de pessoas vivendo com a doença e em 2050 esse número alcance 131,5 milhões de pessoas. Sabe-se que a incidência das doenças demenciais como o Alzheimer são mais evidentes com o avançar da idade, sendo mais comuns nos países classificados como de baixa renda, cerca de 68% em 2050 (ADI, 2017.). Tendo como preceito da universalidade, integralidade e equidade, a atenção primaria a saúde, estabelece-se como uma atenção peculiar, que envolve desde acolhimento e escuta qualificada até cuidados e visitas domiciliares. Sendo este o espaço para se reconhecer risco e danos ao estado de saúde, incluindo ai déficit cognitivos e de memória, esta modalidade de atenção é a porta de entrada do cidadão no Sistema Único de Saúde (SUS), é a preferencial no atendimento a pessoa idosa. Porto Velho, a capital de Rondônia, vive hoje um contingente significativo de pessoas com idade igual ou maior que 60 anos, que apresentam algum tipo de déficit de memória, e são nas áreas mais afastadas do centro de Porto Velho que se concentra maior parte desse contingente, geralmente domiciliados em sítios em regiões chacareira. Na capital do Estado de Rondônia, ainda há um certo temor por parte dos profissionais de saúde em atender uma pessoa idosa com um quadro demencial, o receio está associado a pouco ou nenhum conhecimento sobre a doença e sua abordagem ou mesmo por se tratar de um quadro pouco comum na atenção primaria a saúde, onde habituou-se a centralizar o cuidado em casos corriqueiros e conhecidos de hipertensão e diabetes. Evidencia-se hoje em Porto Velho um quantitativo de 30 famílias devidamente diagnosticadas com a Doença de Alzheimer, nesse caso a doença é familiar porque o cuidador é o que mais sofre com os episódios demenciais de seu ente querido, onde 12 correspondem a área de abrangência da estratégia saúde da família. As demais correspondem a demanda espontânea. Some-se a isso outras tantas famílias que por medo não procuram auxílio para um diagnóstico precoce e com isso a possibilidade de se retardar um episódio demencial mais degradante. Por ser uma cidade jovem com uma população estimada em 519.531 (IBGE,2018) das quais 25.000 corresponde a pessoa com idade igual ou maior que 60 anos. É mais prático de elaborar estratégias que possibilitem um diagnóstico precoce da doença de Alzheimer, tal estratégia se estabelece durante as visitas domiciliares realizado por equipe multiprofissional da Estratégia Saúde da Família (ESF), onde pode-se se avaliar a condição social da pessoa idosa e sua condição de saúde. Por mais que seja um cuidado clínico que por vezes requer hospitalização, essa pessoa idosa sempre retornará para atenção primária, então é de suma importância que os seus profissionais estejam devidamente preparados para atender uma demanda ainda negligenciada nesse contexto.
Objetivos
Ampliar o cuidado integral a pessoa idosa com Alzheimer no contexto da atenção primaria a saúde Implementar grupos de apoio social e emocional ao familiar/cuidador da pessoa idosa com Alzheimer Favorecer a educação continuada e permanente dos profissionais da atenção primaria no tocante da doença de Alzheimer
Metas
  1. capacitar profissionais da atenção primária para o acolhimento a pessoa idosa com Alzheimer
  2. Implementar grupos de apoio social e emocional ao familiar/cuidador da pessoa idosa com Alzheimer
  3. Favorecer a educação continuada e permanente dos profissionais da atenção primaria no tocante da doença de Alzheimer
Público alvo
Pessoa idosa com idade igual ou maio que 60 anos com quadro demencial ou com diagnóstico clínico de doença de Alzheimer Profissionais da atenção primária a saúde , Familiares e cuidadores
Divulgação
A experiência foi divugada ao público através do site institucional da Prefeitura de Porto Velho,jornais
Número de participantes
61
Atividades
A implementação do projeto teve início através de reunião técnica com os gestores da Atenção Básica e com os profissionais da estratégia de saúde da família. Da reunião surgiu a necessidade de sensibilizar a sociedade, familiares e cuidadores. Assim foi realizado um seminário para apresentação da proposta e articulação com as partes foco do projeto. O segundo passo foi preparar os profissionais de saúde para o acolhimento e cuidado a pessoa idosa com Alzheimer, o mês escolhido foi setembro, por ser o mês mundial da doença de Alzheimer, onde os profissionais puderam participar de oficinas integrativas de acolhimento e cuidado integral. Os Agentes comunitários de saúde, tiveram além dessas oficinas participaram do curso de prevenção de quedas no domicilio. Após esse primeiro momento houve a implantação do grupo de apoio com suporte da ABRAz-RO, com periodicidade mensal, com encontros no centro de conivência do idoso, região central e ao mesmo tempo próxima das UBS periféricas.
Resultados
após a implementação do projeto observou-se uma melhora considerável no acolhimento a pessoa idosa com Alzheimer na atenção primária a saúde; a redução de agravos associados a quedas no domicilio também foram reduzidos, os agentes comunitários de saúde ficaram mais atentos a este item, informando ao familiar/cuidador como reduzir quedas no domicilio; o familiar/cuidador sentiu-se mais revigorado com as atividades dos grupos de apoio, atividade informativas e também de suporte emocional; o profissional de saúde da atenção primaria aprendeu a olhar de forma diferenciada a pessoa idosa com um quadro demencial, desenvolveu melhor sua capacidade de observação e de escuta qualificada. O município de Porto Velho, vem trabalhando com os grupo de educação em saúde, escolares, e outros a desmistificação da doença de Alzheimer

Ficha técnica

Município:
Porto Velho
Instituição Responsável:
Secretaria Munincipal de Saúde
Coordenação da experiência:
Pedro Augusto Paula do Carmo
Email da coordenação:
psegutto@gmail.com
Telefone institucional:
(69) 3901-2834
Categoria da experiência:
Organização da atenção à saúde da pessoa idosa na Rede de Atenção à Saúde (implementação de linha de cuidado, regulação, fluxos, etc.)
Parceiros:
Associação Brasileira de Alzheimer Regional Rondônia, Conselho Municipal da Pessoa Idosa de Porto Velho, Faculdade de Rondônia.Faculdade de Rondônia, Conselho Municipal da pessoa idosa; centro de convivência do idoso
Fotos:

Coordenação de Saúde da Pessoa Idosa/DAPES/SAS/MS
Telefone: (61) 3315-6226
idoso@saude.gov.br